Nos Estados Unidos, as universidades são campo fértil para feministas inventarem novas definições de "estupro" de forma a considerar como tal qualquer ato sexual que os alunos engajem. Com base nisso, cada vez mais leis anti-estupro estão sendo criadas e adotadas nestas universidades, e mais homens estão sendo punidos injustamente.
A investida clássica das feministas é considerar estupro a situação em que um homem e uma mulher desconhecidos estão numa festa, se embriagam e fazem sexo em seguida; no dia seguinte, a mulher se arrepende do encontro, ou não quer passar uma imagem de vadia, e aí é encorajada a denunciar seu parceiro ocasional como agressor sexual. Apesar de absurdo, muitos advogados incentivam isso e muitos homens perdem seu lugar na universidade e têm sua imagem arranhada injustamente por causa de um sexo casual.
Mas, em alguns casos, a fabricação de um caso de estupro vai longe a ponto de se criar um trauma permanente na mulher envolvida, fazendo que ela acredite que foi estuprada, quando ela mesma sentia que não. Vejam este exemplo:
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sábado, 19 de julho de 2014
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Quando uma mulher percebe estar vivendo uma vida independente...
... ela entra em um estado de incompreensão e revolta, já que percebe que ser independente não é o que os homens realmente querem dela. Ruth Manus é uma delas, e seu sentimento está bem publicado no Estadão:
Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
Este é o típico pensamento de uma mulher educada numa sociedade feminista, que mente a ela a vida toda dizendo que as expectativas ditadas acima são as expectativas dos homens para aceitá-las e aprová-las como o modelo ideal de companhia. Elas, que não viram a aparência e o costume típico das mulheres que idealizam essas sandices, jamais raciocinaram que o caminho da independência financeira, material e emocional acabaria levando elas exatamente à solidão. Relacionamentos são formados e solidificados pela dependência mútua entre as duas partes, onde uma parte satisfaz as necessidades da outra e vice-versa, como já é mencionado nos Princípios que regem a interação social; quem ignora este princípio, como as mulheres "independentes", não está pronto para relacionamento nenhum, e não adianta reclamar por que os outros não se ajustam às suas expectativas irracionais.
Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
Este é o típico pensamento de uma mulher educada numa sociedade feminista, que mente a ela a vida toda dizendo que as expectativas ditadas acima são as expectativas dos homens para aceitá-las e aprová-las como o modelo ideal de companhia. Elas, que não viram a aparência e o costume típico das mulheres que idealizam essas sandices, jamais raciocinaram que o caminho da independência financeira, material e emocional acabaria levando elas exatamente à solidão. Relacionamentos são formados e solidificados pela dependência mútua entre as duas partes, onde uma parte satisfaz as necessidades da outra e vice-versa, como já é mencionado nos Princípios que regem a interação social; quem ignora este princípio, como as mulheres "independentes", não está pronto para relacionamento nenhum, e não adianta reclamar por que os outros não se ajustam às suas expectativas irracionais.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Por que HOMENS é que devem estar no comando
Uma professora posta uma foto em seu Facebook degradando o status social de um homem aparentemente mais pobre que ela, que ainda seria seu companheiro de voo:
O detalhe é que essa "professora", na verdade, é uma famosa professora universitária de Letras da PUC-Rio especializada no ensino de português para estrangeiros, tendo inclusive escrito um livro na área. Em outras palavras, a ela está incumbida a responsabilidade de orientar e ajudar pessoas; e o requisito mínimo para uma pessoa ajudar outras pessoas é ser livre de preconceitos quanto à suas origens e situação atual. Obviamente, preconceito é o que parece não faltar nela ao analisar pessoas pela sua aparência. Se esse "pobre" homem branco e acima do peso que nada tinha a ver com ela não escapou de sua língua (virtual) ácida, imagine o que um queniano magérrimo e da cor do carvão vai ter que passar se depender das aulas dela para aprender português.
O detalhe é que essa "professora", na verdade, é uma famosa professora universitária de Letras da PUC-Rio especializada no ensino de português para estrangeiros, tendo inclusive escrito um livro na área. Em outras palavras, a ela está incumbida a responsabilidade de orientar e ajudar pessoas; e o requisito mínimo para uma pessoa ajudar outras pessoas é ser livre de preconceitos quanto à suas origens e situação atual. Obviamente, preconceito é o que parece não faltar nela ao analisar pessoas pela sua aparência. Se esse "pobre" homem branco e acima do peso que nada tinha a ver com ela não escapou de sua língua (virtual) ácida, imagine o que um queniano magérrimo e da cor do carvão vai ter que passar se depender das aulas dela para aprender português.

E é interessante notar também como outras mulheres puxam a degradação do status social do cara, com uma delas inclusive imaginando a grosseria do comportamento do cara diante dela: "E sabe o que é pior? quando esse tipo de passageiro senta exatamente a seu lado e fica roçando o braço peludo no seu, porque - claro - não respeita (ou não cabe) nos limites do seu assento" - proferida por Daniela Vargas, que é coordenadora de graduação da mesma faculdade, ou seja, uma autoridade ainda maior que padece de nojo a homens pobres (e talvez asquerosos).
Esta demonstração, junto com o desastre de uma mulher ao criar uma empresa só com mulheres e com a escalada de narcisismo constatada nelas nas últimas décadas, mostram o quanto a mulher, além de desinteressada, é incapaz de zelar pelas pessoas que estão sob sua autoridade.
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