sábado, 19 de julho de 2014

Como transformar uma mulher em uma feminista

Nos Estados Unidos, as universidades são campo fértil para feministas inventarem novas definições de "estupro" de forma a considerar como tal qualquer ato sexual que os alunos engajem. Com base nisso, cada vez mais leis anti-estupro estão sendo criadas e adotadas nestas universidades, e mais homens estão sendo punidos injustamente.

A investida clássica das feministas é considerar estupro a situação em que um homem e uma mulher desconhecidos estão numa festa, se embriagam e fazem sexo em seguida; no dia seguinte, a mulher se arrepende do encontro, ou não quer passar uma imagem de vadia, e aí é encorajada a denunciar seu parceiro ocasional como agressor sexual. Apesar de absurdo, muitos advogados incentivam isso e muitos homens perdem seu lugar na universidade e têm sua imagem arranhada injustamente por causa de um sexo casual.

Mas, em alguns casos, a fabricação de um caso de estupro vai longe a ponto de se criar um trauma permanente na mulher envolvida, fazendo que ela acredite que foi estuprada, quando ela mesma sentia que não. Vejam este exemplo:



Image

Ele descreve o caso de dois jovens, John e Jane Doe, que fizeram sexo na situação exatamente descrita no começo. A evidência de que tudo não passou de sexo casual está no fato de Jane perguntar a John, por SMS, se ele tinha camisinha para a relação sexual (linha 21, primeira página), dela ter avisado uma amiga que ela faria sexo com ele (linha 24, primeira página), e dela ter enviado depois um SMS à amigas indicando ter gostado do encontro (linha 1, segunda página).

Mas a parte da doutrinação feminista universitária vem agora, conforme relato:

"A Srª Doe inicialmente negou ter sido estuprada ou abusada sexualmente, e não quis fazer uma acusação formal (Ext. 4, págs. 46,53), mas voltou atrás uma semana depois porque contaram a ela que 90% dos casos de estupro são cometidos por conhecidos da vítima e o professor-assistente Dirks contou a ela que '[John Doe] se enquadrava no perfil de outros estupradores da universidade, com altas notas no colegial, melhor aluno de sua classe, participante de uma associação [atlética], e vindo de uma boa família'"

Um absurdo, conforme relatou um usuário do Reddit que trouxe o caso à tona:

"ela foi pressionada pelo Estado pra dizer que tinha sido [estuprada], e uma figura de autoridade lhe disse que o cara 'se enquadrava no perfil' de outros estupradores na faculdade - um perfil que, pelo que posso ver, não é nada mais do que uma lista de características atraentes para tornar qualquer homem desejável. Eu perguntaria se ele também 'se enquadrava no perfil' de um cara provavelmente casado, com um filho e uma carreira estável com 5 anos de formado!'"

Isto é o feminismo: uma ideologia criada para jogar mulheres contra homens e levar uma sociedade inteira ao colapso através do desentendimento entre os dois. A neurose que tal ideologia cria na mulher é tal que provoca nela um sentimento de inferioridade até mesmo em situações em que nada está acontecendo, como registrado no próprio caso John e Jane Doe:

"A Srª Doe decidiu reportar o que aconteceu quando percebeu o quanto aquilo tinha lhe afetado emocionalmente, enquanto não via nenhuma reação aparente de John Doe. Ela notou que ele participava das aulas sem dificuldade, e 'viu que ele não estava nem um pouco perturbado pelo que havia acontecido.'"

Percebam vocês que todo esse sentimento foi CRIADO pela autoridade universitária. Esse "trauma" só apareceu depois dela ter sido convencida de que foi estuprada; é o mesmo processo que as crianças sofrem nos casos de alienação parental, em que numa separação, a pessoa que fica com ela e quer que a outra fique bem longe cria na criança um monte de ilusões e histórias que pintam essa outra pessoa como um monstro, para criar nela uma força interior de repulsa àquela outra pessoa. Mas quem sofre esta alienação é a que é mais prejudicada, porque ganha um trauma para a vida toda por uma coisa que na realidade NUNCA aconteceu.  Usar a autoridade para traumatizar pessoas para fins políticos é institucionalizar um crime hediondo!

Contudo, há uma boa lição que pode ser tirada daqui, que vai além do quanto o feminismo é desprezível: que você pode utilizar a mesma autoridade para o bem, para fazer uma pessoa gostar de você, para nutrir sentimentos bons por você, por menos que ela possa parecer gostar no começo; e, da mesma forma que o feminismo usa tal autoridade para convencer as pessoas de coisas absurdas, você pode usá-la para o contrário, isto é, para destruir as crenças feministas impregnadas em uma pessoa. Tudo começa com extirpar o feminismo de dentro de você e aprender a criar relacionamentos. Visite nossos links sugeridos e leia este excelente livro da Manhood Academy!

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