Acredito ter visto, nesses últimos dois meses, a palavra "machismo" estampada nos portais de notícia mais vezes do que em todo o ano passado, e já estou cheio disso. Inclusive este blog vem sendo visitado por mais feministas, que não deixam de soltar nos comentários os mesmos posts depreciativos e repetitivos de sempre. Mas o fato é que esse tal de machismo não existe, e eu vou te mostrar o porquê.
Esta é uma boa hora para mostrar a você como o feminismo mantém vivo no subconsciente da sociedade suas teorias e dogmas fraudulentos, pra que você não seja o próximo a cair na armadilha do silêncio que elas montam com artifícios baixos.
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sábado, 22 de fevereiro de 2014
Por que HOMENS é que devem estar no comando
Uma professora posta uma foto em seu Facebook degradando o status social de um homem aparentemente mais pobre que ela, que ainda seria seu companheiro de voo:
O detalhe é que essa "professora", na verdade, é uma famosa professora universitária de Letras da PUC-Rio especializada no ensino de português para estrangeiros, tendo inclusive escrito um livro na área. Em outras palavras, a ela está incumbida a responsabilidade de orientar e ajudar pessoas; e o requisito mínimo para uma pessoa ajudar outras pessoas é ser livre de preconceitos quanto à suas origens e situação atual. Obviamente, preconceito é o que parece não faltar nela ao analisar pessoas pela sua aparência. Se esse "pobre" homem branco e acima do peso que nada tinha a ver com ela não escapou de sua língua (virtual) ácida, imagine o que um queniano magérrimo e da cor do carvão vai ter que passar se depender das aulas dela para aprender português.
O detalhe é que essa "professora", na verdade, é uma famosa professora universitária de Letras da PUC-Rio especializada no ensino de português para estrangeiros, tendo inclusive escrito um livro na área. Em outras palavras, a ela está incumbida a responsabilidade de orientar e ajudar pessoas; e o requisito mínimo para uma pessoa ajudar outras pessoas é ser livre de preconceitos quanto à suas origens e situação atual. Obviamente, preconceito é o que parece não faltar nela ao analisar pessoas pela sua aparência. Se esse "pobre" homem branco e acima do peso que nada tinha a ver com ela não escapou de sua língua (virtual) ácida, imagine o que um queniano magérrimo e da cor do carvão vai ter que passar se depender das aulas dela para aprender português.

E é interessante notar também como outras mulheres puxam a degradação do status social do cara, com uma delas inclusive imaginando a grosseria do comportamento do cara diante dela: "E sabe o que é pior? quando esse tipo de passageiro senta exatamente a seu lado e fica roçando o braço peludo no seu, porque - claro - não respeita (ou não cabe) nos limites do seu assento" - proferida por Daniela Vargas, que é coordenadora de graduação da mesma faculdade, ou seja, uma autoridade ainda maior que padece de nojo a homens pobres (e talvez asquerosos).
Esta demonstração, junto com o desastre de uma mulher ao criar uma empresa só com mulheres e com a escalada de narcisismo constatada nelas nas últimas décadas, mostram o quanto a mulher, além de desinteressada, é incapaz de zelar pelas pessoas que estão sob sua autoridade.
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