segunda-feira, 17 de março de 2014

A verdadeira causa dos putos de atenção

Não estranhe o uso do termo "putos", é que agora vamos falar de um mal que vem recrutando homens e mulheres de todo o mundo: a proliferação de manifestações, flashmobs e o caralho a quatro em que as pessoas são incentivadas a andarem peladas em lugares públicos, constrangendo transeuntes e deixando policiais impotentes para coibir esse verdadeiro atentado ao pudor, já que a adesão é quase unânime e eles estão bem protegidos pela mídia que vai lá pra filmar e fiscalizar qualquer demonstração de autoritarismo.

A inspiração para este post é a pedalada pelada que aconteceu na Avenida Paulista neste fim de semana, mas isso vale para outros tipos de manifestações como o dia sem calças, a liquidação de lingerie, o toplessaço e outros que acontecem pelo mundo.

Qual é a causa desses desacerebrados? O que eles querem? O que acham que vão ganhar com isso?


Um overview pelas milhares de notícias publicadas trazidas pelo Google sobre cada um desses movimentos mostra que a única coisa que esses imbecis querem é atenção. Atenção do seu grupinho de hippies paz-e-amor, dos seus outros amigos imbecis que os veem nas redes sociais, das câmeras e da mídia. Para eles, esse é o único jeito que eles têm para se sentirem valorizados, pertencentes a um grupo social, uma irmandade que suporta e apóia seus modos e dramas infantis, prevenindo-o da dor de estar frente a frente com seu alter-ego estúpido e burro, que por tabela, o deixa mais e mais longe de amadurecer para compreender o seu verdadeiro papel no mundo.

"Vou tirar minhas calças no metrô por mais 'liberdade de expressão'" - É mesmo? Pois eu e o mundo achamos que o que você teve foi liberdade demais e cinto de menos (e o cinto, aqui, não é para amarrar as calças na cintura); "Vou tirar minhas calças contra o 'mau humor'" - a silhueta do seu pinto murcho dentro da cueca pode ser uma gracinha pra um veadinho qualquer que esteja no vagão, mas pra mim e pro resto da população não tem a menor graça; "Vou fazer topless contra o 'machismo'" - essa é a hipocrisia mais absurda, pois além da nossa sociedade permitir que as mulheres andem mostrando mais pele do que os homens sem se passar por vagabundas no sentido de preguiçosas, fazer isso sem que algum homem te chame de piranha ou venha alegre tentar passar a mão nos seus peitos só é possível tornando opinião e a sexualidade masculina um crime (Isto é, só é possível numa sociedade feminista)!

Além disso, o que esses movimentos fazem é, rigorosamente, apologia ao crime. Como são muitas pessoas fazendo coisa errada ao mesmo tempo, não é possível à polícia pegar e punir todos os envolvidos; é uma manada de touros soltos na rua, eles podem ir para onde quiserem, podendo se dispersar facilmente entre a multidão depois, impunemente. Se você acha essa caracterização um exagero, lembre-se de que se trata da mesma lógica dos arrastões, das brigas de torcida, dos baderneiros e dos black blocs: "atacando em bando, temos menos chance de sermos pegos". Só um ou outro infeliz que cai no colo da polícia acaba sendo punido. Ter consciência do baixo risco de ser responsabilizado criminalmente por essa baderna é ou não é um incentivo a mais para que pseudomanifestações assim se repitam?

Mas o pior de tudo nem é isso. O pior é que o tipo de gente que participa desse tipo de manifestaçãozinha não é ninguém que esteja privado de alguma necessidade básica, sem dinheiro, sem acesso à educação escolar: é tudo gente com dinheiro e estudada, maioria com diploma de ensino superior e que, por isso mesmo, deveria ser um exemplo de cultura e consciência política para o resto das pessoas. Mas, pelo fato da filosofia feminista e esquerdista ser dominante nas universidades, as mesmas ideologias que incitam o jovem besta a lutar por um "mundo melhor" sem nem ter a menor noção do que é isso, todos nós somos obrigados a aturar essas demonstrações de rebeldia adolescente, essa putaria de atenção que deveria ser considerada, rigorasamente, como "crime coletivo". 

Quem realmente deseja mudar o mundo e ser reconhecido, põe as calças e vai trabalhar.

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